Por Redação | Blog Coluna da Tarde | Economia
O Pix, lançado em novembro de 2020 pelo Banco Central, transformou pagamentos instantâneos no Brasil, diversificando meios de recebimento para o brasileiro. Alguns países, por exemplo, já possuem um sistema de pagamento, semelhante ao modelo brasileiro, entre elas estão o UPI na Índia (2016), Faster Payments no Reino Unido (2008), NPP na Austrália (2018), Swish na Suécia (2012), QR Code Payments na China (2014), PayNow em Cingapura (2017), FedNow nos EUA (2023) e CoDi no México (2019). Esses sistemas compartilham a rapidez, disponibilidade 24/7 e, em muitos casos, a gratuidade — características que atraem governos e consumidores.
Na outra ponta, gigantes de cartões como Visa, Mastercard, Amex e Discover vêm reagindo à concorrência com redução de tarifas, APIs de tokenização e serviços de push‑to‑card para liquidação em segundos. Ilan Goldfajn observa que “o Pix força redes globais a repensarem seus modelos de receita”, enquanto Ana Costa (Itaú) destaca a importância de conveniência e integração com carteiras digitais.



Em meio à guerra tarifária entre grandes potências, pressões por padronização ou cláusulas de interoperabilidade podem ameaçar a autonomia do Pix. Por outro lado, o Banco Central avança em serviços complementares — como câmbio instantâneo e parcerias transfronteiriças — para reforçar sua soberania financeira. O equilíbrio entre inovação pública e competição privada será decisivo para o futuro dos pagamentos globais.
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